Descoberta de Talentos
O formador indica o atleta
Tudo começa com quem mais entende de talento: o técnico que vê o atleta treinar todo dia, que sabe quem aparece no jogo difícil e quem some sob pressão. Na WorkBall, nenhum atleta entra sozinho — ele entra porque alguém de confiança acreditou nele o suficiente para colocar o próprio nome junto.
Operacional: O técnico parceiro indica até 3 atletas por ciclo via formulário simples. A indicação gera um pré-cadastro que segue para a curadoria interna da WorkBall antes de qualquer publicação.
WorkBall cura e estrutura o perfil
Não publicamos tudo que chega. Cada atleta indicado passa por um processo de curadoria com critérios técnicos observáveis — posicionamento, execução sob pressão, leitura de jogo para a faixa etária. Só entra na base quem realmente tem potencial identificável. Essa etapa é o que separa a WorkBall de qualquer rede social de futebol.
Operacional: A equipe de curadoria WorkBall avalia o vídeo do atleta com base em critérios padronizados. Perfis reprovados recebem feedback ao técnico. Aprovados seguem para estruturação completa com dados físicos, histórico e descrição técnica.
O atleta entra na base fechada
Após aprovação e assinatura do Termo de Autorização pelo responsável legal, o perfil do atleta é publicado na base fechada da WorkBall. Nenhum dado fica visível publicamente. O acesso é restrito a profissionais verificados — scouts e empresários com identidade confirmada e assinatura ativa. Invisível para o mundo, visível para quem importa.
Operacional: O perfil contém vídeos em padrão técnico definido, dados físicos, posição, faixa etária, histórico de formação e localização regional. O sistema registra cada visualização por usuário — dado que volta ao formador como prova de interesse.
Scout ou empresário acessa e filtra
Um scout em São Paulo procurando laterais-direitos sub-17 com perfil técnico específico. Um empresário europeu buscando meias criativos entre 15 e 18 anos no interior paulista. Na WorkBall, essa busca leva segundos — não semanas de deslocamento e indicações via WhatsApp. A base curada entrega sinal alto com ruído mínimo.
Operacional: A plataforma oferece filtros por posição, faixa etária, região, dados físicos e status de curadoria. Cada busca registra visualizações e gera dados de interesse que alimentam o score de relevância dos atletas na base.
Contato e primeiro interesse
Quando um atleta desperta interesse, o contato acontece dentro da plataforma — não por fora, não via WhatsApp, não por indicação informal. O scout ou empresário envia mensagem ao formador com histórico registrado, rastreável e documentado. O processo que antes era invisível agora tem registro.
Operacional: O sistema de mensagens da WorkBall mantém o histórico de todas as interações vinculadas ao perfil do atleta. Se o empresário decide representar o atleta formalmente, essa decisão desencadeia a transição para a Camada 2.
O empresário assina com o atleta
Quando um empresário decide representar formalmente um atleta descoberto na WorkBall, o perfil deixa de ser apenas uma ficha de descoberta e se torna um ativo profissional gerenciado. O atleta não some do sistema — ele evolui dentro dele. O formador é notificado, o histórico permanece vinculado, e o perfil migra para a vitrine da Camada 2 com visibilidade ampliada para o mercado de clubes.
Operacional: A migração para a Camada 2 é iniciada pelo empresário após formalização da representação. O perfil original da Camada 1 é preservado com todo o histórico de formação — incluindo os dados que futuramente acionarão o Mecanismo de Solidariedade da FIFA.
Marketplace de Atletas
O empresário monta a vitrine do atleta
Na Camada 2, o empresário é o curador. Ele controla o perfil do atleta que representa — atualiza vídeos de jogos recentes, descreve o momento de carreira, define para quais perfis de clube o atleta está disponível. A qualidade do que ele apresenta reflete diretamente na sua reputação dentro da plataforma. O mercado avalia — e tem memória.
Operacional: Cada empresário tem um dashboard próprio com todos os atletas que representa. O sistema aplica limites de atletas por tier de reputação: empresários novos começam com até 5 perfis ativos e desbloqueiam capacidade conforme colocações são confirmadas na plataforma.
Clubes acessam o que o mercado tradicional não oferece
Clubes de Série C, Série D e mercados internacionais emergentes precisam de talentos com custo acessível e potencial real — exatamente o que a WorkBall concentra. Sem precisar mandar scout a um jogo de várzea ou depender de indicação informal, o clube acessa uma vitrine estruturada de atletas agenciados, com dados verificados e empresário identificado para contato imediato.
Operacional: Clubes acessam a Camada 2 por licença B2B anual. A busca funciona por posição, faixa etária, região de origem, dados físicos e disponibilidade contratual. Cada contato com o empresário é registrado e rastreável dentro da plataforma.
Contato direto com o empresário responsável
Diferente da Camada 1 — onde o scout contata o formador — na Camada 2 todo o fluxo passa pelo empresário. Ele recebe as mensagens dos clubes, filtra as propostas, decide o que apresentar ao atleta e conduz a negociação. O atleta tem acesso a um indicador de interesse, mas o controle da conversa é do representante.
Operacional: O sistema de mensagens da Camada 2 é separado da Camada 1 e voltado para negociação B2B entre empresário e clube. O atleta recebe notificações de visualização sem acesso ao conteúdo das conversas — o empresário mantém o controle sem deixar o atleta no escuro.
Score de reputação do empresário
A WorkBall não depende apenas da honestidade de cada empresário — ela registra o histórico de todos. Colocações confirmadas, avaliações de clubes após visita ao atleta, tempo médio entre cadastro e oportunidade gerada. Esses dados formam o score público de cada empresário na plataforma. Quem entrega consistentemente ganha visibilidade. Quem infla perfis perde credibilidade — e no futebol, reputação perdida não volta.
Operacional: O score é calculado automaticamente com base em colocações confirmadas, avaliações de clubes e tempo de atividade. Empresários com score alto têm seus atletas priorizados nos resultados de busca. O badge 'Empresário Verificado WorkBall' é concedido após identidade confirmada e primeira colocação registrada.
Monitoramento FIFA
Histórico de formação registrado
Cada atleta que passou pela WorkBall — independentemente de ter chegado à Camada 2 ou seguido outro caminho — carrega consigo um histórico formal de formação. Datas, períodos, escolinhas, projetos sociais. Esse registro existe para sempre dentro do sistema, vinculado ao atleta e acessível para fins de comprovação junto à FIFA.
Operacional: O banco de dados da WorkBall mantém o registro histórico mesmo após o atleta deixar a plataforma ou migrar para um clube profissional. Esse histórico está estruturado conforme os requisitos do sistema FIFA Clearing House e serve como base documental para acionamento do Mecanismo de Solidariedade.
Mecanismo de Solidariedade FIFA ativado
Anos depois, o atleta descoberto numa escolinha da Zona Leste assina com um clube europeu. A transferência é registrada na FIFA Clearing House — e o sistema identifica automaticamente todos os clubes e formadores que contribuíram para sua formação entre os 12 e 23 anos. O formador que usou a WorkBall tem seu histórico documentado e elegível para receber até 5% do valor da transferência, proporcional ao período de formação. O ciclo se fecha — e o futebol de base recebe de volta o que sempre mereceu.
Operacional: A WorkBall monitora transferências internacionais de ex-atletas cadastrados e notifica os formadores quando um crédito é gerado. Em parceria com escritório especializado em direito desportivo, facilita o processo de cobrança junto à FIFA Clearing House. A WorkBall retém 8% do valor recuperado como taxa de sucesso — o formador recebe o restante sem custo antecipado.
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